terça-feira, 15 de março de 2011

Tsunamis e terremotos - Japão


Sexta-feira, 11 de março de 2011, um data que permanecerá gravada no subconsciente de todo o povo Japonês, o qual eu admiro pela sua cultura rica e interessante. Depois de Peal Harbor e Yroshima o tempo foi fundamental para esquecermos todos os horrores da guerra que atingiu o mundo como nunca se viu. Hoje o presidente dos EUA oferece ajuda para a nação que, covardemente, atingiu em cheio os americanos, matando mais de 1500 pessoas e deixando mais de 1800 feridos gravemente naquela manhã fatídica. Ali, Hitler sentiu a brisa da morte abraçando sua carcaça covarde e cansada.  Acordaram um gigante adormecido que ajudou Churchill a derrotar a corja de nazistas que aterrorizavam a Europa na sua insana caminhada rumo à própria destruição. Investigações estão sendo conduzidas para provar suspeitas de que o Japão realizava experiências horrendas, iguais ao perverso Mengele, “médico” Alemão que torturava prisioneiros nos campos de concentração.
O terremoto de 8,9 na escala Richter e os tsunamis que atingiram o Japão não serão esquecidos tão cedo. Milhares de pessoas perderam suas vidas, casas, entes queridos e a até mesmo a esperança. Uma grande mobilização humanitária está sendo orquestrada para ajudar as pessoas a sair do estado de calamidade em que se encontram. O investimento em infraestrutura foi estimado em 180 bilhões de dólares, inevitavelmente vai impulsionar a economia e tirar o país da recessão que se encontra atualmente. Um povo sofrido, competente, rico, determinado e exemplo de superação não vai se deixar abater. O terremoto de Kobe não conseguiu e este novo evento será superado com muita facilidade. Só depende da natureza. Uma trégua é esperada para ajudar na recuperação acelerada de todos os pontos atingidos.
Tanta terra improdutiva e seca em nosso país e nenhum plano de reforma agrária internacional, onde a negociação de terras com o Japão seria muito produtiva e agregaria um valor enorme para a cultura brasileira. A transferência de tecnologia e o convívio com uma cultura milenar ajudaria a resolver muitos problemas provocados e alimentados por nossos políticos oportunistas que mantém o povo como analfabetos funcionais, favorecendo o coronelismo regional em vários estados brasileiros.
O nordeste brasileiro, com seu alto índice de prostituição infantil, miséria, desemprego, improdução e ausência do poder público compõem o cenário ideal para cedermos uma parte de nosso território para a exploração do povo Japonês. Seria uma insanidade se a alternativa não fosse considerada. A soberania nacional não seria agredida, caso as mesmas exigências fossem aplicadas nas novas fronteiras.

Temos um país com mais de 8 milhões de Kms quadrados e a impressão que temos é que o Brasil continuará a ser o país do futuro. O futuro é agora. Se não a aproveitarmos o crescimento mundial para mantermos o aquecimento e expansão da nossa economia, a retração será o começo de anos difíceis  e de um longo caminho para o recomeço.